Joe Bonamassa: talento e produtividade

 

Foto: divulgação

Aos 41 anos, o guitarrista norte-americano de rock e blues Joe Bonamassa merece ser considerado o mais produtivo do cenário. Só em 2018, ele já lançou quatro discos, e ainda estamos na metade do ano! São dois lançamentos de sua carreira solo, “Redemption” (de estúdio) e “British Blues Explosion” (ao vivo), um com a cantora Beth Hart, “Black Coffee”, e sua participação no álbum “Ooh Yea!: The Betty Davis Songbook”, da australiana Mahalia Barnes.

Essa grande quantidade de lançamentos se deve à variedade de trabalhos que Bonamassa cultiva, além da sua própria carreira solo, iniciada em 2000 e que já conta com 13 álbuns de estúdio e 15 ao vivo. O seu projeto paralelo de maior renome é o Black Country Communion, ao lado de Glenn Hughes, Jason Bonham e Derek Sherinian, que começou em 2010 e terminou em 2013, mas a banda retomou as atividades no ano passado.

Se o Black Country Communion representa a faceta mais pesada de Joe Bonamassa, o Rock Candy Funky Party mostra um jazz/funk construído com os músicos Tal Bergman, Ron DeJesus e Mike Merritt. Esse ecletismo do guitarrista pode ser constatado em quatro lançamentos do RCFP.

Ao lado da cantora californiana Beth Hart, o som de Joe Bonamassa assume o blues em três discos de estúdio e um ao vivo, que apresentam uma vertente do blues mais tradicional, diferente do blues/rock de sua carreira solo.

Blues, blues/rock jazz/funk, classic rock… Joe Bonamassa passeia por esses vários estilos em 42 álbuns. Qual deles lhe agrada mais?

Por Eduardo Kaneco

 

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